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domingo, 18 de setembro de 2016
quinta-feira, 15 de setembro de 2016
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
O DESEMBARQUE
Tem horas mesmo
Que penso
Que a morte digna
É a morte que se pode escolher
A dignidade é a absoluta propriedade
Que não se vende
E não se compra
E isso me entristece
Ficar entre o vão
Do trem e a plaforma
Sem o risco de ficar
Ou correndo o risco de partir
Vou assim mesmo
Nessa obscura trilha
Entre o trem e a plataforma
A verdade está lá fora
E o abismo está aqui dentro
Nesse momento que busco
A autoempatia e a autoaceitação
Busco um mundo onde sou amasiado consigo mesmo
Apesar de saber
Que andar através do destino
Me põe no trilho do meio fio
Perdi o bom senso
Quando meu senso
Se tornou um contra senso
E tudo que ouço falar
Me dói como uma verdade
E tudo que não se fala
Me dói como uma vaidade
E ainda assim
Desfilando no cotidiano sigo
atravessando meu destino
Quando na verdade o meu destino, sim
Meu destino está fora da estação
Que penso
Que a morte digna
É a morte que se pode escolher
A dignidade é a absoluta propriedade
Que não se vende
E não se compra
E isso me entristece
Ficar entre o vão
Do trem e a plaforma
Sem o risco de ficar
Ou correndo o risco de partir
Vou assim mesmo
Nessa obscura trilha
Entre o trem e a plataforma
A verdade está lá fora
E o abismo está aqui dentro
Nesse momento que busco
A autoempatia e a autoaceitação
Busco um mundo onde sou amasiado consigo mesmo
Apesar de saber
Que andar através do destino
Me põe no trilho do meio fio
Perdi o bom senso
Quando meu senso
Se tornou um contra senso
E tudo que ouço falar
Me dói como uma verdade
E tudo que não se fala
Me dói como uma vaidade
E ainda assim
Desfilando no cotidiano sigo
atravessando meu destino
Quando na verdade o meu destino, sim
Meu destino está fora da estação
quinta-feira, 8 de setembro de 2016
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